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Coronavírus

Qual o sintoma que se tornou mais comum da Ômicron

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Já na maioria dos casos no Brasil, a Ômicron registra pequenas diferenças de sintomas na comparação com as variantes anteriores. Mas a dor de garganta tem sido tipo um ‘anúncio’ da contaminação, antecedendo o restante dos sinais. O projeto Zoe COVID Sympton Study, que registra via celular o dia a dia de milhares de britânicos contaminados, até o fim de dezembro pelo menos 57% relataram dor de garganta, informa o Estado de Minas.

As primeiras impressões da variante, e justamente por ela estar sendo considerada ‘mais branda’ (embora mais infecciosa), são de que ela infecta a garganta e nem sempre consegue chegar até os pulmões.

‘O que parece é que a variante apresenta uma preferência pelas células da via área superior – garganta, seios da face e orofaringe, apesar de ainda faltarem informações que nos comprovem e indiquem por quê. São áreas onde é mais raro surgirem complicações graves’, observa a médica otorrinolaringologista Larrisa Camargo, do Hospital São Lúcia, em Brasília.

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